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Amantes!

 
Delícia,
O teu corpo em folguedos,
Quando me chama pra festejar!
Dançamos tão livres sob a luz do luar.

Como sombras nas águas...
Em quanto brincamos no bailado,
Elas próprias, vão graciosas correndo,
Alegres em direção do mar!

Somos “almas vivas” d’outros tempos,
Emergidas de outras eras pretéritas.
Carinho puro de Deus,
De tantos outros passados.

Em nossos próprios olhares
Alforriados ao tempo.
Excitantes,
Semelhantes.


Andantes no vagueado...
Exultantes,
Folgazes,
Almas abrasivas...
 
...Amantes!

WOLNEY TAVARES
04/06/2009

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