Qual destas instâncias, qual destas infinitas poesias, qual das vaidades cabe melhor ao ego dum escritor que põe gotas de tintas misturadas com sentimentos num papel?
Qual dos universos que a física quântica ainda não descobriu, estão entre os seus versos? A qual destas explosões pertence a sua erupção? Quantos destes sentimentos são de seu coração? Qual das verdades é a menos falaciosa, e qual das filosofias é a mais presunçosa?
Há poesias dentro de poesias, assim como há poetas dentro de poetas, colidindo no vácuo do não existir ao substancial conhecido, mas que cria um Big Bang e tua evolução cronológica nos leva para a perfeição da poesia "Reuniversos" do saudoso Engenheiro Italiano.
E se incontáveis poetas de mim se originam a cada instante, suas prováveis instâncias imaginam seus versos mutantes em minhas mentes cada vez mais distantes (de várias distâncias!), embora congruentes. Por aqui afora a rima se multiplica sem fim...